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Paulo Rosolie Foto: Reprodução / Twitter/Paulo Rosolie Extra |
O naturalista e cineasta Paul Rosolie, que foi engolido vivo por uma anaconda na Amazônia para o especial da Discovery Channel “Eaten Alive” (Comido vivo), defendeu-se das críticas dos conservacionistas contra o programa. Em entrevista ao jornal The New York Post, ele garantiu ainda que seu objetivo era “chocar”, mas que tomou cuidado para não ferir o animal.
No programa, que irá ao ar no próximo domingo na TV americana e em fevereiro no Brasil, Rosolie vestiu um “macacão” especial - feito de fibra de carbono - para ser engolido pela sucuri, que tinha quase 8 metros de comprimento e pesava mais de 180kg. A cobra é conhecida por usar sua força para quebrar os ossos da presa e, em seguida, engoli-la por inteiro através de sua mandíbula deslocável.
“Eu não queria forçar demais a cobra. Eu quis ter certeza que o macacão fosse macio e não ira feri-la”, o cineasta esclareceu. “Eu não estava com medo. Testamos o equipamento com especialistas, então, sabíamos que seria seguro”.
Em meio às críticas dos ativistas dos direitos dos animais - que acreditam que a anaconda foi torturada para engolir um ser humano, uma presa maior que o habitual -, Rosolie reforçou que a sucuri saiu ileso da gravação e que o experimento foi concebido para arrecadar dinheiro para salvar o habitat do animal.
“Depois que as pessoas virem o programa, elas ficarão ao meu lado”, disse ele. “Estão todos indo contra mim, mas eu sou o cara que esteve lá na selva tentando proteger esses animais. Eu queria fazer algo que chocasse as pessoas”, ele afirma.
Para atrair a cobra, Rosolie sujou seu macacão - que também é equipado com câmeras e resistente aos ácidos digestivos do animal - com sangue de porco e imitou os movimentos da presa. Logo, a anaconda o atacou. “Experimentar esse tipo de poder valeu a pena por tudo. Foi incrível”, ele diz.
Fonte: Extra Online
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