Os smartphones de baixíssimo custo - a maioria de origem asiática e popularmente conhecidos como "xing-lings" - estão com os dias contados no Brasil. É o que promete, pelo menos, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), que em janeiro deste ano deu um prazo de 12 meses para as operadoras de telefonia móvel se adequarem à norma.
De acordo com a agência reguladora, a venda de celulares não-certificados no país já era vedada pela Lei Geral de Telecomunicações, que data de julho de 1997. A intenção, agora, é fazer com que Claro, Oi, Tim e Vivo passem a ter capacidade técnica para restringir o uso destes aparelhos sem certificado.
Para Marcelo Ramos, sócio da Kinetics/TotMob, empresa de tecnologia da informação, o mais provável é que este controle aconteça através do IMEI (International Mobile Equipment Identity). A expressão em inglês pode parecer complicada, mas trata-se, na prática, de uma identificação individual de cada celular no mundo - uma espécie de CPF telefônico.
- Estes aparelhos de baixo custo ou não tem IMEI, ou produzem milhões de unidades com o mesmo número. Aí, fica mais fácil de barrar - explica Marcelo.
Ainda assim, o próprio empressário ressalta que é quase impossível evitar 100% uma falsificação. Além disso, Marcelo Ramos também faz críticas a possíveis falhas na medida adotada pela Anatel:
- Apesar das justificativas de segurança, o comércio local tem interesse numa medida como essa, então existe um aspecto complicado de proteção de mercado. Outro problema é se um turista chegar ao Brasil com um aparelho de fora. Como fica?
Entenda os riscos...
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Fonte: Extra Online
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