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INEA E DPMA FECHAM GALPÕES DE ADULTERAÇÃO DE COMBUSTÍVEL QUE POLUÍAM RIO CALOMBÉ.


A Polícia Civil encontrou dois galpões na rua Fazendinha do Recreio, em Duque de Caxias, Baixada Fluminense, que eram utilizados para estocar e adulterar combustíveis. O produto ainda vazava por um córrego que cai no rio Calombé.


Blitz ambiental foi mais uma ação promovida pela Secretaria do Ambiente para combater despejo criminoso de óleo em bairro de Duque de Caxias

Dois galpões com material suspeito de ser utilizado na adulteração de combustível foram lacrados nesta quarta-feira (16/01), por fiscais do Instituto Estadual do Ambiente (Inea) e da Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA), nas proximidades do Rio Calombé, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.

Situados na Av. Fazendinha do Recreio e na Rua Jaques Molay, no bairro Figueira, os galpões foram descobertos na terça-feira passada, em vistoria do Inea na região para identificar novos pontos de poluição do rio. Um deles estava vazio e teve de ser arrombado. No segundo, os ocupantes conseguiram fugir. Os técnicos do Inea constataram que os resíduos vazavam para um córrego que deságua no Rio Calombé.

“Essa é a terceira grande operação que realizamos nesse rio. Nas duas primeiras, embargamos três empresas flagradas jogando óleo no Rio Calombé, que estão fechadas até hoje, e quatro pessoas foram presas. Nessa operação de hoje, os infratores fugiram, mas já conseguimos dados de suas identidades, que foram encaminhados para a Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente. Esse é um passivo ambiental muito grande e vamos aplicar o princípio do poluidor-pagador. Ou seja, as empresas envolvidas nesse tipo de crime ambiental vão pagar para recuperar o rio degradado”, disse Minc.

O Rio Calombé já foi palco de duas ações da Coordenadoria Integrada de Combate aos Crimes Ambientais, da SEA (Cicca), com a presença do secretário Carlos Minc. Durante as operações, batizadas de Calombé, técnicos do Inea realizaram coletas dos resíduos líquidos lançados nos corpos hídricos do bairro, para posterior análise do grau de contaminação.

Na época, o rio chegou a pegar fogo, após um morador queimar o lixo doméstico em sua margem, devido à grande quantidade de óleo presente em suas águas. Durante a operação de outubro, seis empresas foram notificadas e multadas – sendo uma delas interditada pela Cicca.

Apesar das operações, continuaram a chegar denúncias de novos pontos de poluição do rio, que motivaram a vistoria dos fiscais do Inea e a ação de hoje, promovida pelo Inea e da DPMA.

Alguns meses atrás já havia sido denunciado ao INEA por lideranças de Duque de Caxias membros do Comitê de Acompanhamento das obras do Projeto Iguaçu (Controle de Inundações), que o Rio Calombé, o mesmo citado na reportagem, estava literalmente "pegando fogo", na época o Secretário Estadual do Ambiente Carlos Minc, esteve no local para conferir a denuncia e comprovar os fatos, na ocasião ele informou que o INEA investigaria o caso e tá ai a resposta, parabéns ao INEA pela ação rápida e a resposta a população local.
Fonte: R7/Inea/Band

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