Na manhã deste sábado (6), mulheres de todo o Brasil realizam um ato de apoio à reeleição da presidenta Dilma Rousseff. O encontro serviu para relembrar os avanços dos 12 anos de governo Lula(link is external)e Dilma(link is external) no desenvolvimento de políticas públicas voltadas para a promoção e defesa dos direitos das mulheres e incentivo ao desenvolvimento igualitário das mulheres na sociedade.
Durante o evento, Dilma ratificou 13 compromissos do governo federal para as mulheres, com base em seu empoderamento e autonomia. Entre as iniciativas estão a independência econômica da mulher e igualdade no trabalho, o aperfeiçoamento dos programas de saúde da mulher, enfrentamento à violência, acesso ao crédito e promoção da equidade de gênero.
Segundo estudo divulgado em 2013 pela Câmara dos Deputados(link is external), com período de análise entre os anos 2001 e 2011, o Espirito Santo é o estado brasileiro com a maior taxa de feminicídios (11,24 a cada 100 mil), seguido por Bahia (9,08) e Alagoas (8,84). Mas as piores taxas ainda são do Nordeste, que apresentou 6,9 casos a cada 100 mil mulheres. Mulheres com idade entre 15 e 24 anos foram as principais vítimas de homicídio na última década. E os relatos de abuso apontam que os autores das agressões são, em 81% dos casos, pessoas que têm ou tiveram vínculo afetivo com as vítimas.(link is external)
Os governos Lula e Dilma tiveram como uma de suas principais bandeiras a luta por direitos das mulheres. Logo que tomou posse como presidente da República, Lula criou a Secretaria de Políticas para Mulheres, ligada à Presidência da República. Em 2004, 2007 e 2011, foram realizadas as 3 primeiras Conferências Nacionais de Políticas para Mulheres (além das rodadas municipais, regionais e estaduais que as antecederam). Foi também nos governos do PT que foram concebidos, lançados e postos em prática o I e o II Plano de Políticas para as Mulheres - um dos exemplos de suas consequências foi o aumento de 309%, entre 2003 e 2013, no número de serviços especializados de atendimento à mulher. As 13 propostas apresentadas hoje são mais um passo na promoção de políticas para mulheres: quem construiu o presente pode falar do futuro.
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